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Jericoacoara – ecologia e conforto em um só local
Jericoacoara tem ruas são cobertas de areia, praias extensas e quase desertas. Antiga vila de pescadores isolada do mundo, era visitada somente por viajantes aventureiros.
Há menos de 20 anos, a região não tinha estradas, eletricidade, telefone, televisão, jornais e o comércio era feito através de troca de produtos.
Hoje Jericoacoara é um destino procurado para quem gosta de aventura, ecologia e também sossego, conforto ou mesmo hospedagem de luxo.
A cidade ficou famosa por ser uma das praias mais longas do mundo, cercada por dunas e lagoas de água doce. Em 1984, Jericoacoara foi transformada em área de proteção ambiental e, em 2002, nomeada Parque Nacional.
O Parque Nacional tem 6.295,00 hectares e possui diversos ecossistemas como serrote, tabuleiro, restinga, manguezais, praias, gramados, lagoas e campos de dunas.
A duna do Pôr do Sol, formada há 500 anos, fica de frente para o mar, atualmente mede 30 metros de altura, mas vai diminuindo de tamanho com o tempo, processo acelerado pelo impacto natural e humano.
A duna é um local privilegiado onde turistas do mundo inteiro, acompanham o pôr do sol no mar de Jericoacoara.
Dentro do canal do Rio Camboa no Mangue Seco, sete barqueiros são os encarregados de mostrar para os visitantes caranguejos siríacos (vermelhos) e cavalos marinhos, num percurso de 20 minutos.
Existe diversas opções de hospedagem, tanto para quem quer gastar pouco e, também, para aqueles que não se importam com valores maiores.
Fonte: Rotas e Trilhas
outubro 16, 2009 at 7:52 pm Turismólogo de plantão Deixe um comentário
Jeri está entre as 500 delícias do Turismo e da Gastronomia selecionadas pela Revista Veja
A Edição Especial O Melhor do Brasil da Revista Veja traz Jericoacoara em sete das 500 delícias do turismo e da gastronomia. São elas:
120 – Entre as mais lindas
Incluída na lista das dez praias mais bonitas do mundo do jornal The Washington Post, Jericoacoara sofisticou-se sem perder os ares selvagens. Isolada por dunas imensas que desembocam no mar, Jeri tem acesso difícil. É preciso enfrentar (ou curtir) quilômetros e mais quilômetros de dunas em veículos com tração nas quatro rodas ou então fazer uma travessia de barco. Só não vá subir a Duna do Pôr-do-Sol a bordo de 4×4 – os moradores reclamam e os fiscais do Ibama multam.
121 – O sol se põe no mar!
Trata-se de um dos poucos pontos do Brasil onde é possível ver o sol se pôr no mar. Para o fim de tarde ficar ainda mais lindo, curta a cena do alto da Duna do Pôr-do-Sol. Comece a subida às 16h40, para observar a mudança na cor da areia e, depois, ver o sol ficar laranja, vermelho e então desaparecer no mar. Um espetáculo com platéia garantida, todos os dias.
122 – De bugue Tatajuba
O passeio dura cinco horas. Na Praia de Guriú, jangadas levam os bugues até o outro lado de um braço de mar. A jornada termina no povoado de Nova Tatajuba, onde há coqueiros, areia branca, dunas móveis de até 50 metros e, na época das chuvas (de março a junho), lagoas. Relaxe nas redes sobre a água e saboreie os pescados à beira da Lagoa da Torta.
123 – Jeri circuito off
Talvez por causa do nome infeliz, a Lagoa da Pinguela é pouco visada pelos turistas. Por isso dá para mergulhar à vontade em suas águas cristalinas. A Pisa Trekking (www.pisa.tur.br) inclui uma parada ali em seu roteiro por Jeri. Se você for por conta própria, tente combinar com os pescadores um passeio de barco pela lagoa.
124 – Dupla personalidade
Imagine uma vila de pescadores, dessas com dezenas de jangadas enfileiradas, boas para ouvir histórias e comer peixe baratinho. Assim é a Praia do Preá. De julho a janeiro, porém, os ventos alísios sopram forte e atraem velejadores de todo o mundo, dando outro colorido à paisagem.
125 – Hummmm… Moqueca de arraia!
Uma boa pedida para curtir a gastronomia regional na Praia do Preá é a Pousada Rancho do Peixe ( 88/3660-3118; www.ranchodopeixe.com.br). Galinha-d’angola, cabrito assado, baião-de-dois, robalo grelhado… Os suspiros ficam por conta da moqueca de arraia, que serve duas pessoas.
126 – A melhor vista de Jeri
Serrote é o nome da pequena serra ao lado da vila onde fica o Farol de Jericoacoara. Dizem que, do mar, o farol tem o formato de um jacaré deitado e que, por um caminho tortuoso (jacaré quarando ao sol, jacarequara, jericoacoara), acabou batizando o lugar. O fato é que a vista dali é linda, sobretudo ao poente.
Fonte: Revista Veja – O Melhor do Brasil
dezembro 11, 2008 at 11:43 am Turismólogo de plantão Deixe um comentário