Quem não quer andar muito, pode alugar um bugue. Entre os passeios mais tradicionais está o roteiro leste, passando pela lagoa Azul e do Paraíso e praia do Preá. Já no roteiro oeste você conhece Tatajuba, um antigo vilarejo engolido pelas areias, e a lagoa Verde.
O preço do aluguel varia bastante e vai depender muito da quantidade de pessoas e do roteiro. Pechinchar é sempre bom. Caso queria uma opção mais barata, procure pelas jardineiras.
Se você for sozinho, sem guias (o que não é muito recomendável), alugue um GPS para não se perder. Algumas pousadas têm o aparelho para quem quer se aventurar nas dunas.
A Pedra Furada é um dos principais atrativos da região. Você chega andando (aproximadamente 1h) ou de bugue. Preste atenção à maré. Converse com os moradores para saber quando ela está cheia ou baixa.
Caso as águas estejam altas vá pelas falésias. Do contrário, a caminhada pode ser feita pelas areias. Ir cedo é uma boa opção, pois o sol do meio-dia costuma castigar.
Se for com carro particular ou alugado fique atento ao combustível. O último ponto de abastecimento é em Jijoca. Esteja sempre com dinheiro vivo. Muitos postos não aceitam cheques nem cartões.
Existem ainda outras duas opções para se locomover em Jeri: barco e cavalos. Na água você pode escolher entre os veleiros e as canoas mais rústicas, que são também mais baratas. Os passeios pela região duram cerca de três horas.
Já o cavalo é a opção ideal para passeios próximos, como a Pedra Furada ou o Guriú. O aluguel, cobrado por hora, custa aproximadamente R$ 15.
ImperdíveisExistem duas coisas que você não pode perder em Jeri: o nascer e o pôr-do-sol. Aos finais de tarde, várias pessoas sobem na duna principal do vilarejo. Com cerca de 30 metros, é o melhor lugar para observar o sol se por. Se estiver acompanhado, leve um vinho ou espumante para comemorar.
Já durante o amanhecer, vá para o farol. Não é fácil acordar cedo. Mas o local é, com certeza, um dos melhores lugares para começar o dia.
Fonte: Grupo Viagem